Um tempo de convergência.

POSTADO POR mhconsult 21, janeiro, 2019
Gestão

As transições nos últimos anos deixaram um rastro de mudanças e outro de manutenção de problemas sociais.

Temos, hoje, que processar tantos fenômenos, sabendo que a velocidade da mudança exigirá um nível elevado de criatividade

e revisão de paradigmas. Trata-se de começar, não de se preparar.

 

A 4ª. Revolução Tecnológica é considerada como um divisor de águas entre o “velho” e o novo. Suas inovações são tão visíveis

que a mídia tem se concentrado nas transformações que a tecnologia fará em nossas vidas. Mas não é só por aí que a caravana

do futuro passará. Há outras questões que precisam ser contempladas neste caminho.

A humanidade deverá encontrar soluções para diversos problemas, começando pelo ambiental. O discurso da sustentabilidade

já produziu significativo conhecimento, mas ainda não logrou adesões suficientes. O modelo atual incentiva o consumismo,

e daí maiores recursos do planeta. Consciência é a palavra-chave em mais esta revolução.

A questão demográfica tende a se agravar, prolongando a vida para mais de cem anos, em desequilíbrio com a renovação da

espécie. Entre outros problemas, a relação entre empregados ativos e aposentados cairá, afetando a disponibilidade de recursos

previdenciários. Não é surpresa que uma das profissões mais demandadas no futuro será a de “cuidador de idosos”.

O avanço tecnológico exigirá outras competências laborais, especialmente na dimensão cultural e social, o que, possivelmente,

aumentará o tempo de formação.

Carreiras serão redimensionadas para fazer mais em menos tempo. As interações sociais nas organizações se caracterizarão por certa volatilidade.

 

As três competências apontadas como essenciais no futuro próximo são Criatividade, Tomada de Decisões e Relacionamento

Social. Viver em redes será fundamental nos novos modelos de estrutura flexível com menor necessidade de liderança constante. A

ética do trabalho necessitará se voltar para práticas mais colaborativas pela necessidade de compartilhar conhecimento. A

liderança emergirá das equipes, num movimento natural de reconhecimento de talentos.

 

Nem o mundo será pacificado e menos desigual no médio prazo. A geopolítica terá dura missão pela frente.

Ninguém detém e deterá tantos atributos de saber e proceder. Um grande desafio dos próximos anos será como articular a

diversidade de recursos, talentos e competências em escala global.

E não serão os robôs que resolverão isso.

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